O Kit do Repórter em Campo te dá 50 perguntas prontas, separadas por tipo de fonte — autoridade, vítima e especialista — com a hora exata de usar cada uma e a armadilha que faz você perder a resposta. Você chega na entrevista sabendo o que perguntar, em que ordem e qual resposta enrolada NÃO aceitar.
Quero minhas 50 perguntas por R$ 27 →[frase de impacto do aluno]— [Nome do aluno], [credencial/cidade/veículo]
Faz a pergunta. A fonte responde qualquer coisa, vaga, enrolada. E você aceita.
Pergunta o prazo. O secretário diz "em breve, estamos trabalhando nisso". Você anota "em breve" e segue.
Faz a próxima pergunta da sua lista — sem perceber que a fonte acabou de fugir do assunto.
A entrevista acaba. Você agradece, aperta a mão, vai embora.
Só na hora de editar você sente o tamanho do problema: a sonora não rende. Não tem o dado. Não tem a frase. Não tem a resposta que a matéria precisava.
E agora é tarde. A fonte já foi.
Acha que é nervosismo. Que com o tempo passa. Que é só "criar traquejo".
E na próxima entrevista, você trava de novo. No mesmo ponto.
Coragem te coloca na frente da fonte. Não te garante a resposta.
O profissional não é mais corajoso que você. Ele sabe o que fazer com o que a fonte responde.
Entrevistar não é perguntar. É escutar com intenção.
A entrevista não é interrogatório — é uma conversa com direção. Você sabe onde quer chegar, mas deixa a fonte achar que chegou sozinha.
O repórter iniciante chega sem roteiro, faz pergunta genérica, aceita a primeira resposta vaga e vai embora. O profissional chega sabendo qual resposta precisa extrair — e qual armadilha não pode cair.
A diferença entre os dois não está na boca. Está no roteiro.
Toda fonte que você vai entrevistar cai em um de três perfis. E cada um pede um tom, um objetivo e perguntas diferentes. Você não fala com um secretário do mesmo jeito que fala com uma mãe que perdeu o filho.
Tom firme, respeitoso, direto. Aqui você não deixa a resposta substituir a pergunta — e não aceita "em breve" como prazo.
Objetivo: arrancar posição oficial, dado e responsabilização.Tom empático, pausado, sem pressa. Aqui você não conduz a emoção — deixa ela surgir.
Objetivo: humanizar, dar rosto e voz ao problema.Tom curioso, sem jargão. Aqui você pede que ele explique "como se eu nunca tivesse estudado o assunto".
Objetivo: contextualizar, explicar, traduzir.A maioria dos cursos trata toda entrevista igual. Errado. Esse é o roteiro que separa o amador do profissional. E ele cabe na palma da sua mão.
Tudo o que separa o repórter que aceita "em breve" do que leva o número — reunido num kit de campo, feito para consultar antes de cada entrevista.
Separadas por tipo de fonte — autoridade, vítima/afetado e especialista. Cada perfil com seu tom e objetivo.
Cada pergunta com o momento exato de soltar, a reformulação pra insistir quando a fonte enrola e o erro clássico que faz o iniciante perder a resposta.
Funcionam em qualquer entrevista e arrancam a melhor frase — que quase sempre vem DEPOIS que você acha que terminou.
50 pautas em 5 blocos, porque entrevista boa começa numa pauta boa. Mais o guia "Da Pauta à Entrega em 7 Passos" e o mini-glossário do repórter: off, sonora, passagem, lead, LAI — sem enrolação.
"Mas eu já sei as perguntas óbvias", você pensa. As óbvias a fonte responde no automático e te empurra. Estas viram manchete — e quase nenhum iniciante faz:
"Que dado o senhor pode apresentar pra comprovar isso?"
"Existe número público que contradiz o que você acabou de afirmar?"
"O que você esperava que eu perguntasse e eu não perguntei?"
Eu improviso bem, tenho lábia, não preciso de perguntas prontas.
Improviso arranca conversa, não arranca a resposta que a matéria precisa. O kit te dá a pergunta cirúrgica pra cada tipo de fonte, o momento de soltar e a armadilha que faz você perder a sonora. Quem improvisa aceita "em breve" como prazo. Quem tem roteiro insiste e leva o número.
A IA já me dá uma lista de perguntas de graça.
A IA cospe perguntas genéricas, iguais pra qualquer fonte. O kit segmenta por tipo, com tom e objetivo diferentes — e dá o que a IA não tem: a armadilha de cada pergunta e os 22 anos de campo que ensinam quando a fonte está te enrolando. IA não sabe que a melhor frase vem depois que você "termina" a entrevista. O repórter de campo sabe.
Ainda sou estudante, não trabalho como repórter ainda.
É exatamente pra quem está começando. Use o banco pra treinar entrevista, montar portfólio e chegar na primeira oportunidade já sabendo extrair resposta — e não gaguejando na frente da fonte. Quem chega sabendo perguntar larga na frente.
R$ 27 por um PDF? Ou é caro, ou é bom demais pra ser verdade.
São 50 perguntas organizadas por tipo de fonte, com quando usar, variação e armadilha de cada uma, mais 50 pautas prontas e o guia dos 7 passos. Uma única entrevista que rende a sonora certa já paga isso muitas vezes. O preço é baixo de propósito: a meta é colocar a ferramenta na mão de todo repórter iniciante.
Será que eu consigo aplicar sozinho, na hora da pressão?
O kit foi feito pra hora da pressão, não pra estante. Cada pergunta diz quando usar e qual armadilha evitar. Você abre, escolhe de 5 a 8 perguntas e vai. É consulta de campo, não matéria de prova.
Quem montou esse kit não leu sobre entrevista. Fez milhares delas.
Mais de 22 anos no rádio, na TV e na reportagem. Fundador da Escola ComRadio do Brasil, com mais de 4.000 alunos formados.
"Não sou teórico. Sou um jornalista que faz, com resultado no ar e na rua."
Vencedor do Prêmio de Jornalismo Pires de Sabóia — PI 2026 · Credencial DRTAs 50 perguntas saíram da frente da fonte. Não do manual.
[frase de impacto do aluno]— [Nome do aluno], [credencial/cidade/veículo]
Você tem 7 dias pra abrir o kit, estudar o roteiro de perguntas e testar na sua próxima entrevista. Se não sentir que entrou na frente da fonte com outra segurança — por qualquer motivo — é só mandar um e-mail e devolvemos 100% do seu dinheiro.
Sem pergunta. Sem letra miúda. O risco é todo meu.
Você chega sem roteiro, faz pergunta genérica, aceita "em breve" como prazo e vai embora. Na edição, a sonora não rende. E a fonte já foi.
Você abre o kit, escolhe as perguntas pro tipo de fonte, insiste quando ela enrola e não vai embora antes da pergunta-curinga. Sai com o número, o dado e a frase.
A diferença é um roteiro na mão. E ele custa R$ 27.
A diferença é um roteiro na mão. E ele custa R$ 27.
P.S. Toda entrevista sem roteiro tem um custo. Não é em dinheiro. É em sonora fraca, em frase que não veio, em furo que o repórter ao seu lado pegou porque perguntou o que você não perguntou. A próxima pauta não espera você aprender na marra. R$ 27 e você entra preparado hoje.